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Impacto Positivo / Vamos fazer “Regrow”?
Impacto Positivo

Vamos fazer “Regrow”?

André Maciel
HortasLX

Publicado a:

18 Junho 2022

Leia este artigo em:

1 minuto

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Etiquetas: agricultura, agricultura caseira, consciência ecológica, horta urbana, Hortas, natureza em casa, reaproveitar alimentos, regrow, sustentabilidade, zero desperdício

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André Maciel

Agricultor urbano

O interesse pela natureza e pela ecologia despertou desde cedo no André Maciel. Em 2010 quis estudar Design de Equipamento, na Escola secundária do Bocage, em Setúbal, focando-se sempre na vertente ecológica e sustentável.

Em 2012, fez voluntariado na “Quinta  7 Nomes”, onde começou a ter contacto com a permacultura, com a agricultura biodinâmica e com a construção natural – earthship.

Em 2013, criou o projeto “Purisimpl”, cujo nome homenageia a sua mãe, Purificação, e a simplicidade da vida no campo, com o objetivo de viver da terra e preservá-la.

Em 2015, fez o curso de agricultura biológica na ESAC, em Coimbra. Passado um ano, começou a trabalhar na “Quinta do Poial” na produção de alimentos e mini-legumes para fornecer os restaurantes do chef José Avilez.

Em 2020, criou o projeto Hortas_lx, uma extensão do atelier Purisimpl, onde ensina os seus seguidores a criarem hortas biológicas em sua casa, apelando a um modo de vida mais saudável, sustentável e amigo do ambiente.

HortasLX

Agricultura Urbana e Permacultura

São um projeto de agricultura urbana em permacultura e querem ajudar-te a cultivares o teu próprio alimento perto de ti.

O projecto HortasLx foca-se na motivação e incentivo da comunidade a criar hortas urbanas nos espaços disponíveis como as varandas, os pátios ou os terrenos que circundam os edifícios.
Têm como objetivo unir o design à agricultura orgânica, dando-te a possibilidade de cuidares do que cuida de ti: o teu alimento.

Juntos vamos construir um mundo mais saudável, verde e feliz. Com este parceiro e pela nossa ecologia.

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Quando pensamos em fertilidade, quase sempre o foc Quando pensamos em fertilidade, quase sempre o foco vai para a mulher. Mas e se a saúde espermática também for um sinal importante de saúde geral no homem?

A Vanessa Machado lembra-nos de algo que devia fazer pensar mais gente: uma alteração no espermograma não devia servir apenas para acelerar soluções reprodutivas. Também devia levantar perguntas. Sobre estilo de vida. Sobre inflamação. Sobre hábitos. Sobre o que está por trás. 

Talvez esteja na altura de olharmos para a fertilidade masculina com mais seriedade, mais curiosidade e menos automatismos.

Já tinhas pensado que uma alteração no espermograma pode ser muito mais do que uma questão de fertilidade?
Acham que se fala pouco da saúde reprodutiva do homem?

Conta-nos nos comentários.

Este episódio do podcast Bela DoBem está em DoBem.pt (link na bio).

#DoBem #BelaDoBem #SaúdeMasculina #Fertilidade #SaúdeReprodutiva
Quem já leu o livro “Os homens são de Marte, as mu Quem já leu o livro “Os homens são de Marte, as mulheres de Vénus”? ✋

Todos sabemos que homens e mulheres funcionam de forma diferente.
Mas quantas vezes pensamos verdadeiramente sobre o que isso quer dizer e sobre a forma como essa diferença influencia comportamentos, dinâmicas de relação, irritações, desencontros e até a tolerância que temos um com o outro?

Porque, muitas vezes, tendemos a interpretar como traço pessoal aquilo que pode ser, em parte, uma expressão natural da fisiologia e do funcionamento de cada um.

Basta olhar para estes gráficos hormonais para perceber melhor uma dessas diferenças:
o corpo do homem tende a viver uma maior constância hormonal e o corpo da mulher uma maior variabilidade ao longo do ciclo.

E essa diferença não fica apenas no corpo.
Mexe com a energia.
Com o desejo.
Com a sensibilidade.
Com o humor.
Mexe com a forma como te relacionas contigo e com a forma como te relacionas com o outro.

E isto pode criar desencontros que podem ser ultrapassados e aceites com esta compreensão.

No episódio “Homens constantes, mulheres cíclicas: o que muda na fertilidade, desejo e relação”, mergulhamos precisamente nisto: como a biologia influencia a intimidade, a relação, o timing, o desejo e a forma como nos encontramos em casal.

Tinhas noção de que a diferença hormonal era assim?
E sentes que isto tem impacto real na tua intimidade e na tua relação com o outro?
Conta-nos nos comentários. Vamos abrir uma roda de troca de ideias!

O episódio da Bela do Bem está em DoBem.pt — link na bio.

#DoBem #BelaDoBem #SistemaHormonal
Hoje assinala-se o Dia Mundial da Atividade Física Hoje assinala-se o Dia Mundial da Atividade Física.�Mas, mais do que celebrar movimento, talvez o que importa verdadeiramente celebrar seja tudo aquilo que o movimento pode devolver a uma vida.

Há quem comece a correr depois da obesidade.�Há quem comece depois da depressão.�Há quem corra com dor.�Há quem descubra, pela primeira vez, que o corpo não é um inimigo, nem uma limitação definitiva, mas um lugar possível de reconstrução, dignidade e superação.

Reunimos testemunhos reais de pessoas que, quando falam de performance, falam de coragem. De caminho. De recomeço. De quem um dia acreditou que não conseguia e, pouco a pouco, foi provando a si próprio que afinal conseguia mais do que imaginava.

Na DoBem, acreditamos que promover saúde também é isto:�dar palco a histórias que nos lembram que a atividade física não serve apenas para transformar corpos. Pode transformar autoestima, estado mental, relação com a dor, sentido de pertença, esperança e vontade de viver.

Nem sempre começa com motivação.�Às vezes começa com desespero.�Com cansaço.�Com baixa autoestima.�Com uma ferida.�Com um corpo desacreditado.

E, ainda assim, pode tornar-se um caminho de regresso a casa.

Neste Dia Mundial da Atividade Física, celebramos não a exigência, nem a comparação, nem a perfeição. Celebramos o passo possível. O corpo que tenta. A persistência silenciosa.�E a vida que pode mudar quando alguém decide não desistir de si.

#DoBem #DiaMundialDaAtividadeFísica #Saúde
Quando pensamos em alimentação para quem treina, r Quando pensamos em alimentação para quem treina, raramente pensamos numa preparação tão simples como um puré de maçã. E, no entanto, é precisamente nesses gestos mais básicos que também mora a inteligência da cozinha.

No episódio da Cozinha DoBem “Treinos longos: o que comer, quando e porquê”, a Cláudia Moita convida-nos a olhar para a alimentação como suporte real ao corpo antes e depois do esforço.

Este puré de maçã entra aqui como uma forma natural de adoçar, conservar e trazer mais suavidade às refeições. Na visão macrobiótica, a fruta cozinhada pode ser mais fácil de acolher pelo sistema digestivo, tornando-se uma opção simples, reconfortante e versátil para o dia a dia.

Mais do que uma receita, este é um daqueles pequenos ensinamentos que mudam a forma como olhamos para os alimentos e para a forma de os preparar.

Vê o episódio completo em DoBem.pt. Link na bio.

#DoBem #CozinhaDoBem #ClaudiaMoita
Que bela partilha queridas @iamisabelsilva e @mari Que bela partilha queridas @iamisabelsilva e @mariadaservas 💖

O que sentiram com esta LIVE? 
Foi útil?
Nem tudo o que parece saudável é automaticamente l Nem tudo o que parece saudável é automaticamente leve ou fácil de digerir.

Neste excerto da Cozinha DoBem, a nossa convidada Cláudia Moita partilha uma dica simples, mas muito útil: como usar a manteiga de amêndoa de forma mais equilibrada e digestiva. 

Em vez de a consumir diretamente, a sugestão é dissolvê-la num pouco de água ou bebida vegetal, tornando-a mais leve e interessante para o corpo. A Cláudia lembra também que uma colher de manteiga de amêndoa concentra muitas amêndoas trituradas, o que pode torná-la mais pesada, e refere ainda o tahini como outra opção a privilegiar.

Esta é apenas uma das ideias práticas que encontras no episódio “Treinos longos: o que comer, quando e porquê”, onde olhamos para a alimentação de forma mais consciente, funcional e ajustada às necessidades de quem treina.

Para mais dicas, vê o episódio completo em DoBem.pt. Link na bio.

#DoBem #CozinhaDoBem #ClaudiaMoita #MariaDasErvas #DicasDeAlimentação
Treinos longos exigem mais do que motivação. Exige Treinos longos exigem mais do que motivação. Exigem preparação, energia estável, boa recuperação e escolhas alimentares que façam sentido antes, durante e depois do esforço.

Foi por isso que convidámos a Cláudia Moita — formadora de alimentação macrobiótica, conhecida como Maria das Ervas @mariadaservas, e também apaixonada por desporto de endurance — para trazer este tema à Cozinha DoBem de forma prática, simples e aplicável à vida real. 

Neste novo episódio da Cozinha DoBem, partilhamos duas receitas pensadas para quem treina, ajudando-nos a olhar para a alimentação como uma ferramenta de suporte, equilíbrio e performance.

Uma dessas receitas são estas “papas de atleta” (acabámos de inventar o nome): um creme feito maioritariamente com arroz integral, com aveia em grão, pensado para nutrir, fornecer energia e apoiar o corpo de forma consistente antes da atividade física. 

Ao longo da receita, a Cláudia explica também a importância de demolhar bem os cereais integrais e de cozinhar com atenção, para favorecer a digestão e evitar desconforto abdominal durante o exercício.

Esta receita (e reels) é apenas uma entrada para o artigo “Treinos longos: o que comer, quando e porquê”, onde encontras as duas receitas e uma visão mais consciente sobre como alimentar o corpo quando lhe pedes mais.

Lê o artigo completo em DoBem.pt. Link na bio.

Este episódio foi gravado nas cozinhas @aeg.portugal a quem muito agradecemos este cantinho DoBem. 

#DoBem #CozinhaDoBem #ClaudiaMoita #MariaDasErvas #Receita
Já sentiste que havia qualquer coisa a guiar-te, m Já sentiste que havia qualquer coisa a guiar-te, mesmo sem saberes bem o quê? Uma força invisível. Um chão que não cede. Algo que te faz avançar mesmo quando já não tens mais nada.

Há quem a conheça, porque lhe foi mostrado da existência dessa força, há quem a tenha e a perca, há quem a encontre depois de anos à procura e perceba que essa força sempre esteve lá. Que nunca nos deixa - independentemente das nossas crenças.

Neste Domingo de Páscoa, a mentora Dulce Costa fala-nos disso: da FÉ.

Durante 25 anos afastou-se daquilo que sempre a tinha sustentado. Procurou noutros sítios, tentou de outras formas. Havia uma sede que não passava e um vazio que não fechava.

Foi preciso um caminho a pé até Santiago para voltar a si mesma.

Hoje, Domingo de Páscoa — o dia em que tudo recomeça — ela partilha connosco algo muito íntimo e bonito.

Porque a Páscoa é isso. Morte que não é o fim. Inverno que passa. Primavera que insiste. E a fé — ainda e sempre — é o que nos sustenta. 🤍

Obrigada, Dulce. Por confiares em nós e em quem nos lê. 

Lê a crónica completa em www.dobem.pt — link na bio.

E uma Páscoa repleta de tranquilidade.

#DoBem #JornadaInterior #Páscoa
Camara Hiperbárica - histórias reais @oxyclinic_ Camara Hiperbárica - histórias reais 

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