I Am Isabel Silva

Fiz o meu Mapa Astral e sei o que quero mudar na minha vida em 2021

Depois de há uns anos ter percebido como a Astrologia nos pode ajudar a descobrir o nosso potencial, fui saber o que os próximos meses me reservam. E descobri que estou totalmente alinhada com aquela que é a minha essência.

Queridos leitores,

Em primeiro lugar, começo por vos dizer que já tinha saudades de escrever para vocês. Tenho um propósito muito forte quando escrevo e que me dá um enorme prazer – o da partilha. Sinto-me mais preenchida e até leve, quase como se fosse uma espécie de terapia. Escrevo porque gosto de quem está desse lado, escrevo porque, quando partilhamos, ganhamos mais consciência das nossas ideias e valores, e escrevo porque vocês não são os únicos a sentirem aquilo que sentem. Não estão sozinhos.

Aliás, agora estão aqui, comigo.

Hoje quero partilhar aquilo que o ano de 2021 vai representar para mim. 

No dia 8 de Maio celebro 35 anos de vida e, tal como aconteceu com o meu pai, este é o ano da minha maior transformação interna. Pelo menos, até aos dias de hoje. E só sei tudo isto porque o meu corpo emocional e espiritual está mais vivo do que nunca. Sinto isso todos os dias da minha vida. Estou a receber tanto sinais que não posso simplesmente deixar passar. 

Mas aconteceu algo de mau na tua vida? Não te sentes uma mulher feliz?

Eu sou uma mulher feliz e nada de mau aconteceu na minha vida. Mas sei – porque sinto – que posso ser mais feliz se priorizar melhor, se souber dizer mais vezes não, e, sobretudo, se ativar a minha essência (que são os meus valores mais valiosos) em todas as áreas da minha vida. Não pode ser só em “quase” todas. Todas devem colocar em primeiro lugar aquilo que a minha Luz quer destacar. E é agora a minha janela de oportunidade.

Sinto que estou pronta para Voar. Voar não é fugir. Voar é ampliar. Voar é libertar-me daquilo que já não agrega valor, que me aprisiona e que até acaba por ofuscar as minhas melhores valências: a criatividade e a comunicação. 

Se me acompanharem ao longo deste ano, vão entender melhor esta carta.

Em 2018 conheci a Maria José Costa Faliz, a avó de um grande amigo meu, o Tiago que, por acaso, é um dos meus sócios da IncríBel (a minha marca de snacks saudáveis). Ele quis levar-me até ela para uma consulta de Astrologia. 

Hoje ela já não está aqui, fisicamente. Mas nunca me vou esquecer da mensagem que ela me passou e como tudo isso se encaixou no meu universo. 

“A verdadeira segurança não vem do que temos mas do espírito que somos. O desafio que temos neste mundo é o de equilibrar os nossos dois lados para conseguirmos viver no aqui e no agora”.

Descobri com esta mulher encantadora que a Astrologia pode ser algo que ajuda a descobrirmos a nossas potencialidades. Hoje, acredito que através de uma boa leitura do nosso mapa astral podemos perceber as asas que temos e como, se a usarmos, nos libertamos de coisas que poderiam manter-nos aquém de nós próprios. Aquilo a que costumo chamar de “zona de conforto”.

A Vénus em Mim é outra mulher encantadora do mundo da Astrologia que conheci através do instagram. Em tempos, partilhei nas minhas redes sociais a hora do meu nascimento e ela, por livre vontade, ofereceu-me como prenda de anos o meu mapa astral. Liguei-lhe. Falamos. Fui a uma consulta. Adorei. Ficámos amigas. 

Há duas semanas pedi-lhe para ela ler o meu Mapa Astral deste ano. Foi inspirador e motivador sentir que, apesar da jornada que aí vem, estou muito conectada com os valores da minha essência.

Quando comecei a escrever a esta carta não tinha em mente partilhar o que ela me disse e o que o meu Mapa Astral revelou, mas estou a sentir-me tão entusiasmada enquanto escrevo que vou deixar aqui algumas mensagens que me fizeram sentido:

  1. Este é o ano da ativação da minha luz. Apesar do meu lado de comunicadora estar sempre ativo, vão ser vários os momentos que vou querer estar sozinha para me conectar de novo e não me perder com aquilo que os outros dizem;
  2. Vou ser chamada para projetos como um todo. Significam projetos alinhados com a minha comunicação e valores que vão para lá da grande audiência (aqui entenda-se televisão);
  3. Profunda conexão com tudo. O recolher e estar sozinha também é fundamental para alimentar a minha criatividade;
  4. Vou sentir necessidade de estar envolvida em mais projetos sociais e humanitários, que desenvolvam o meu capital humano. A minha solidariedade vai estar ainda mais enfatizada;
  5. Raízes. Vou querer estar lá ainda mais tempo, mas sem nunca deixar de aproveitar as oportunidades;
  6. Há pessoas que vão observar o meu ritmo e, por isso, é importante manter-me serena e forte na minha bolha.

Foram três horas de muita escuta e perguntas no sentido de perceber a ligação do mapa com as energias que estou a sentir no dia a dia.

Foi muito bom. Foi bom consolidar. Foi mais uma força extra para seguir um caminho que me parece ser o melhor para mim. Estou segura do que quero e pronta para a descoberta dos novos horizontes que vão para la do quotidiano.

Se tenho receio?!

Não sei. Às vezes até posso achar que sim. Mas tenho a coragem a falar sempre mais alto. E isso só acontece, penso eu, quando sabemos a Luz que temos dentro de cada um de nós.

O que seria viver a vida a meio gás. Temos de ir com tudo, e isso significa simplesmente ativar o que temos de melhor.

Antes de ir, deixo-vos um livro para lerem:

“Conheça bem as Asas que tem”, da Maria José Feliz