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Exercício

10 das maiores tendências de treino que ajudam a perder peso

Profissionais certificados, treino para pessoas mais velhas e exercício como medicina fazem parte do top das 10 maiores tendências de treino dos últimos anos.

Há 12 anos que o ACSM’s Health & Fitness Journal faz previsões de tendências no universo do fitness, a partir de investigações realizadas por profissionais da área. Para os próximos anos, prevê-se que muitos dos hábitos mantenham, mas em diferentes lugares da lista. Uns subiram, outros desceram. E facilmente se conclui que os praticantes de exercício físico estão mais exigentes e bem equipados para controlarem a sua performance e desempenho. Os treinos em grupo continuam a ser a preferência, bem como as metodologias HIIT e funcional. O desporto é oficialmente encarado como uma arma médica, um pilar fundamental para a saúde. Estas são as 10 maiores tendências de treino dos últimos anos.

1. Wearable Technology. A tecnologia direcionada para o desporto mantém-se e está em primeiro lugar nas tendências, tendo aparecido pela primeira vez em 2016, também no pódio. Neste grupo incluem-se smart watches, aparelhos de registo de atividade e monitorização de ritmo cardíaco. As principais marcas para o registo de calorias, de tempo de atividade e inatividade ou distâncias percorridas são a Misfit, Garmin e Apple.

2. Treinos de grupo. As pessoas continuam e vão continuar a preferir treinos em grupo, acompanhados por instrutores que guiam e motivam a sala. A tendência esteve sempre incluída nas previsões dos editores da ACSM’s Health & Fitness Journal, mas só em 2017 é que surgiu no top 20, surgindo em sexto lugar. Em 2018 passou para segundo, e vai manter-se como uma das maiores tendências de treino, pelo menos durante os próximos tempos.

3. Treino Intervalado de Alta Intensidade (HIIT). Séries curtas mas intensas, com poucos segundos de repouso caracterizam este tipo de treino, que continuará a estar entre metodologias preferidas dos adeptos do fitness — apesar dos alertas para os perigos de lesões. É um treino que promete resultados eficazes (definição e perda de peso), caso a alimentação seja correta. À partida, os exercícios incluídos são funcionais, ou seja, têm como protagonista o peso do próprio corpo. Há várias modalidades que utilizam este método como, por exemplo, o CrossFit.

4. Programas de fitness para idosos. Uma tendência que responde à necessidade da geração Baby Boom e anteriores. São pessoas que, regra geral, têm dinheiro e são de uma época em que se vive mais anos, trabalha-se até mais tarde e há um aumento da preocupação com a saúde.

5. Treino de peso corporal. É o treino funcional, uma combinação de treino de resistência com o peso do corpo e movimentos neuromotores, que utilizam diversos planos de movimento. Pode utilizar equipamentos, mas sempre os mais minimalistas. Já é tendência há alguns anos. E confirma-se: veio para ficar como uma das maiores tendências de treino.

6. Profissionais de fitness certificados. Há medida que a tendência do fitness se enraíza, as exigências dos consumidores também. Hoje querem-se profissionais credenciados e formados.

7. Ioga. Nos últimos tempos o ioga ganhou muitas variantes, desde o power ioga, ao hot ioga. Há livros e programas digitais, bem como várias certificações possíveis nesta atividade. A tendência tem vindo a subir no inquérito, tendo aparecido pela primeira vez em 2012, em número 11. Depois de uma descida para a posição 14, subiu para o número sete em 2015.

8. Treino personalizado. A tendência cresce, conforme se expande para novos formatos. O personal trainer pode existir online, em ginásios ou pode vir a casa do cliente. O treino personalizado inclui delineamento de objetivos a concretizar e prescrição de treinos para que se chegue à forma desejada.

9. Treino Funcional Fitness. A tendência refere-se a atividades e movimentos que melhorem a coordenação, força e flexibilidade, replicando movimentos que são utilizados no quotidiano.

10. Exercício como medicina. O Exercise is Medicine é “uma iniciativa global de saúde focada em encorajar os médicos e outros profissionais de saúde a incluírem avaliações de atividade física e recomendações de tratamento associados aos pacientes, encaminhando-os para profissionais de exercício físico.